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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

KUBICA NA FERRARI?

Definitivamente, tudo indica que o futuro de Robert Kubica na F1 pode estar em Maranello. Ainda em processo de recuperação por conta do gravíssimo acidente sofrido em fevereiro, durante o Rali Ronde di Andora, nos arredores de Gênova, na Itália, o polonês deixará oficialmente a Lotus Renault em três semanas, quando se encerra seu contrato com o time anglo-russo. O piloto, então, fica livre para assinar com a Ferrari visando a temporada 2013, informa o site Grande Premio.

Segundo o diário italiano ‘La Gazzetta dello Sport’, a Ferrari aposta na recuperação física de Kubica. A publicação pôde assegurar que o polonês vai testar a F10, carro de 2010 da equipe de Maranello, durante a primavera europeia, ou seja, entre março e junho do próximo ano.

Na esteira do jornal italiano, o diário espanhol ‘AS’ informou também que a Ferrari apenas espera a realização dos testes para confirmar se Robert tem condições de voltar a ser competitivo na F1. Caso a resposta nos treinamentos na primavera seja positiva, então Kubica deverá firmar contrato para ser o novo companheiro de Fernando Alonso na equipe a partir de 2013, colocando o futuro de Felipe Massa e de um brasileiro na categoria em xeque.

Se após o acidente sofrido por Kubica em fevereiro deste ano na Itália a Lotus Renault, e seu chefe de equipe, Eric Boullier, demonstrava todo apoio ao piloto em seu processo de recuperação, o tom deixou de ser amistoso tão logo os primeiros rumores ligando o piloto à Ferrari começaram a surgir. Primeiro, o dirigente francês deixou claro que não se esforçaria a ajudar Robert e jamais lhe ofereceria um carro para testar caso o polonês estivesse apalavrado com outra equipe.

As contratações de Romain Grosjean e, principalmente, Kimi Raikkonen, indicam também que Boullier cansou de esperar por Kubica. Em declaração recente, o chefe de equipe da Lotus Renault colocou em dúvida a permanência do piloto no time e deixou claro que pretende contar com a nova dupla para retomar o projeto de luta pelo título mundial, segundo o francês, previsto para “dois ou três anos”.

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