Tio Bernie Ecclestone soltou mais uma das suas, dizendo que faltam pilotos hoje com o porte de um Messi ou um Beckham. Trocando a miúdos, faltam pilotos que sejam verdadeiros marketeiros.
Até que ponto a F-1 precisa disso? O charme, a tradição e, principalmente, o homem, foram deixados de lado em prol do negócio. A quanto tempo não vemos pilotos apaixonados (nos dois sentidos) e que apaixonam.
A F-1 deixou de ser acessível para todos. No seu respectivo mundinho, todos são "complicados e perfeitinhos", não ousam, não falam palavrão, se bobear pedem ajuda até pra ir no banheiro.
O que falta não F-1 não é um Beckham ou um Messi, falta interatividade entre público e pilotos. Contato, liberdade para se caminhar, liberdade para conversar com um piloto. Deixar o público a vontade...
Falta o lado humano do esporte...e isso, só se muda com atitudes. Quem vai a Interlagos, com a GGOO, sabe das dificuldades para se ter contato com as máquinas. Parecem até algo virtual, intocável.
Deixem os pilotos serem gente. Nos deixe sonhar em sermos pilotos. Com esta linha de raciocínio, certamente, a F-1 ganhará novos adeptos.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
A F-1 PRECISA DE UM BECKHAM?
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