No último final de semana voltei a Interlagos e em companhia de Dr. Roque, Igor e Rudson fomos assistir a corrida da GT Brasil. Estranhamente sem tanta fila de bilheteria mas com o estacionamento de carros extremamente lotado a ponto de estacionarmos o carro na entrada tradicional do setor G (para localização, a entrada de carros, quando ocorre, se dá pelo portão K, logo após o portão A).
A corrida pouco importou. Rever os amigos, invadir a pista como nos velhos tempos, ser convidado a se retirar e acima de tudo, perceber que Interlagos tem vida.
Uma vida que nos leva a grudar os olhos na pista, a sonhar com o ronco dos motores e que nos faz, também, imaginar o quanto a vida está presente. No mesmo palco em que vivenciamos cenas tristes na semana anterior, assim como em 2007, o canto dos pássaros rasgava o silêncio das homenagens e deixava ainda mais presente a vibração do local.
Passou a corrida, permanecem os amigos, ficam as lembranças e principalmente aqueles momentos de intensas disputas, de freadas. E também de uma chuva típica, daquelas que caem do nada e em seguida somem, fazendo sair "fumaça" do asfalto enquanto ela evaporava.
Foi bom voltar à Interlagos e perceber o quanto aquilo lá me faz bem, mesmo largado do jeito em que está.
* Fotos: Vânia Casari







0 comentários:
Postar um comentário