E no final de ano, onde todos esperavam um grande marasmo de notícias, o mundo da F-1 se transforma e renasce com as novas equipes. Pilotos sendo anunciados, coletivas de imprensa, banda e a conversa sobre corridas volta às mesas de bar, ou nos bate-papos virtuais realizados pela GGOO.
Porém uma notícia vem deixando todo mundo com a "pulga atrás da orelha": a volta de Michael Schumacher. O piloto mais completo do mundo, como dirão alguns aficcionados, deve assinar com a Mercedes após 4 anos de aposentadoria.
Mas o que leva um piloto multicampeão, aposentado, que não precisa provar mais nada, voltar a correr? Primeiro, a falta de aventuras da vida pós corridas. Falta-lhe diversão e adrenalina. Depois, muito mais do que o dinheiro, é algo que Barrichello falou, a experiência de guiar em uma Formula 1 que não terá testes faz-se necessária para chegar e mostrar resultados logo de cara.
Dos pilotos atuais, somente Barrichello andou com carros sem abastecimento durante as corridas. Se realmente Schumacher vier, ele será o segundo. Isso me faz lembrar os idos de 91, 92 e 93, onde o piloto alemão já se destacava na Benneton, com voltas velozes e, em que pese a experiência, muitos erros. Hoje analiso que estes erros eram decorrentes de tentar andar mais do que o carro, com um carro que mudava muito de equilibrio durante toda a corrida e nesta tentativa, muitos erros.
Estes serão os novos velhos tempos que Schumacher provavelmente experimentará. Sorte do público que poderá vê-lo em ação pela primeira vez in loco, ou novamente, como aqueles dinossauros de GP Brasil, a qual me incluo.
Apenas o Rosberg lamentará tudo isso. De piloto contratado para ser o número um, vê-se cada vez mais na penumbra de um heptacampeão que comandará a equipe e relegará a nada seu companheiro.
O espetáculo será interessante porque a Mercedes e Brawn não irão brincar em serviço, Schumacher também não...junte-se a eles, Massa, Alonso, Hamilton, Button, Vettel e Barrichello.
A temporada vai pegar fogo, espera-se.
Porém uma notícia vem deixando todo mundo com a "pulga atrás da orelha": a volta de Michael Schumacher. O piloto mais completo do mundo, como dirão alguns aficcionados, deve assinar com a Mercedes após 4 anos de aposentadoria.
Mas o que leva um piloto multicampeão, aposentado, que não precisa provar mais nada, voltar a correr? Primeiro, a falta de aventuras da vida pós corridas. Falta-lhe diversão e adrenalina. Depois, muito mais do que o dinheiro, é algo que Barrichello falou, a experiência de guiar em uma Formula 1 que não terá testes faz-se necessária para chegar e mostrar resultados logo de cara.
Dos pilotos atuais, somente Barrichello andou com carros sem abastecimento durante as corridas. Se realmente Schumacher vier, ele será o segundo. Isso me faz lembrar os idos de 91, 92 e 93, onde o piloto alemão já se destacava na Benneton, com voltas velozes e, em que pese a experiência, muitos erros. Hoje analiso que estes erros eram decorrentes de tentar andar mais do que o carro, com um carro que mudava muito de equilibrio durante toda a corrida e nesta tentativa, muitos erros.
Estes serão os novos velhos tempos que Schumacher provavelmente experimentará. Sorte do público que poderá vê-lo em ação pela primeira vez in loco, ou novamente, como aqueles dinossauros de GP Brasil, a qual me incluo.
Apenas o Rosberg lamentará tudo isso. De piloto contratado para ser o número um, vê-se cada vez mais na penumbra de um heptacampeão que comandará a equipe e relegará a nada seu companheiro.
O espetáculo será interessante porque a Mercedes e Brawn não irão brincar em serviço, Schumacher também não...junte-se a eles, Massa, Alonso, Hamilton, Button, Vettel e Barrichello.
A temporada vai pegar fogo, espera-se.







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